L.E.D. Festival estreia com sucesso em Londres.

03 de setembro de 2010

Iniciativas ousadas devem ser louvadas e o London Electronic Dance Festival foi uma delas. Competindo no mesmo fim de semana de Readings/Leeds, SW4, Creamfields e do ápice do verão britânico, o primeiro L.E.D. Festival foi, com uma crítica ou outra (principalmente o volume baixo dos 2 stages), um grande sucesso.

A festa aconteceu na última sexta e sábado no Victoria's Park, no East London. Se na sexta o público ficou na casa das 20 mil pessoas, o sábadão recebeu o dobro, para ver uma lista de atrações novidadeiras e estabelecidas da dance music do Reino Unido e da Europa (não houve, curiosamente, nenhuma atração dos EUA).

Na sexta os destaques foram o animado set de Calvin Harris, que misturava grooves, electro e até funk carioca aos hits "Ready for the Weekend" e "Girls". Os belgas do Soulwax mostraram seu potente show de electro-rock no mesmo palco principal, que foi encerrado pela grandiosidade brega de David Guetta, ministrando suas fusões de hits pop com clássicos da dance music (faixas como "Sexy Chic" e "The World is Mine" eram misturadas a coisas como jungle, Prodigy e Robin S ). Foi uma das atrações com o público mais ensandecido.

No sábado, a tenda menor recebeu drum'n'bass e um set potente de Annie Mac, carismática DJ da BBC que tem assumido o posto de principal tocadora de música da famosa emissora local. Em cortes secos e bombantes, ela foi da disco music ao dubstep em 10 minutos, com a tenda entupida. Neste segundo dia o grande destaque foi sem dúvida o live set de Aphex Twin, expoente máximo do experimentalismo eletrônico: jungle, breakbeat, caos hard techno e paranoia eletrônica eram misturadas a linhas de ambient lindas e delicadas. O ápice foi a aparição dos rappers sul-africanos Die Antwoord. Vestidos de Pokemón, eles balbuciavam coisas impronunciáveis e pulavam, num momento histórico e totalmente non-sense.

O palco principal acabou no sábado com o bonito show da Goldfrapp, que ministrou hits antigos como "Number One" e "Train" com as faixas bem chicletes de seu novo disco, "Head First", que provaram funcionar bem no palco. Outro ícone da música inglesa, o Leftfield, fechou o palco, apresentando em formato banda um bom exemplo da música urbana e dançante do Reino Unido (o expoente máximo desse som é o Massive Attack, ainda): influências jamaicanas, sons chapados e hipnóticos com cantoras míticas, e muito beat e explosões de groove.

Sem associar-se a marcas para ser realizado, e misturando bem o mainstream com o underground, o L.E.D. Festival abre caminho para ser um dos eventos urbanos de música eletrônica mais relevantes da cena mundial. Só precisa regular bem o volume de seus palcos, e dar um pouco de atenção aos artistas americanos.


Fotos: Divulgação, Fabio Viecelli

Enviado por Jade Gola


Creamfields Festival: Que venha a versão brazuca!

03 de setembro de 2010

No último final de semana fui convidado para acompanhar o Creamfields Festival, de Liverpool, um dos maiores festivais de dance music do mundo, que ganhará uma edição brazuca em 2011.

Por enquanto, não há muito mais informações além de que a edição nacional do Creamfields acontecerá no sul no dia 22 de Janeiro e que ele vem aí com o objetivo de se tornar "o festival do verão brasileiro".

Enquanto a gente espera mais novidades, segue abaixo uma resenha exclusiva para o Blog Burn da minha experiência lá na gringa.

TUDO AO MESMO TEMPO AGORA: O SEGREDO DE UM BOM FESTIVAL

Para quem já foi à alguma festa na Fazenda Maeda (SP) ou em Santo Aleixo (RJ), a primeira impressão do festival inglês Creamfields não causa espanto. É o mesmo cenário de sempre: gramados extensos, cenografia burlesca e aquele clima bucólico das festas open air. Só um pouco mais frio... e com muito mais lama (as galochas literalmente são acessórios obrigatórios).

As semelhanças acabam por aí. A começar pelos números do festival: 80 mil pessoas por dia divididas em dois dias. Um palco open air e onze tendas. Mais de 160 atrações. Como se não bastasse, contei pelo menos seis brinquedos de parque de diversões, três lojinhas de merchandising com camisas, casacos e até calcinhas do festival (!), além de mais de uma dúzia de barracas com comidas de várias nacionalidades. Isto sem contar as lojinhas curiosas como um caminhão com estúdio de tatuagem e um lounge de luz negra que vendia... oxigênio! Sim, cinco minutos de oxigênio, com aromas de diversos tipos, por aproximadamente quinze reais (ou cinco libras).

A imensidão das opções do festival só não competia de frente com o poder de seu line-up. No final de semana quase todos os peso-pesados da e-music estavam lá. Dos mais comerciais ( David Guetta, Deadmau5 e Calvin Harris ), à santíssima trindade do trance (Tiësto, Ferry Costern e Armin Van Buuren), passando pela nova geracão da house music ( Swedish House Mafia, Dirty South e Laidback Luke ), o techno minimalista alemão ( Magda, Plastikman aka Richie Hawtin e Sven Väth ), lendas "locais" ( Sasha, Leftfield e Pete Tong ) ou novos heróis da cena de dubstep inglesa ( Benga, Rusko, Annie Mac e Joker ).

Em resumo, era um festival "de verdade". Daqueles que você não escolhe o que vai ver, e sim o que vai ter que sacrificar. Cabiam aos artistas - literalmente - se virar nos trinta. Qualquer escolha errada de uma música era fatal: a migração em massa era inevitável.

O DUBSTEP É A BOLA DA VEZ EM UK

Deixe que pensem, que digam, que falem... Por mais que nenhum evento no Brasil tenha a iniciativa de investir em seus artistas, o gênero que nasceu no Reino Unido, por volta de 2004, chegou finalmente em seu auge.

É comum ouvir nas lojas de roupas da Oxford Street, em Londres, as batidas quebradas e os baixos gravíssimos em remixes de músicas pop como "I Got a Feeling". Aliás, surpreendente foi ver David Guetta tocar techno, electro e não enfiar um hit atrás de outro. O atual DJ mais pop do mundo arriscou um dubstep que fez a galera jogar as mãos de um lado pro outro, quase como que num mega-show de hip hop. Deadmau5 foi outro. O ratinho que estampava 9 em cada 10 camisas mais vendidas do festival saiu de trás de seu cubo de led para quebrar tudo com beats quebrados fazendo a alegria da inglesada.

Por isso, talvez um dos maiores destaque do festival foi mesmo a tenda que reuniu a galera do UK Bass. Andy C e o MC Dynamite me fizeram dançar drum 'n' bass como não fazia desde 2002. O Major Lazer de Diplo colocou a tenda abaixo com um show que qualquer equipe de som do Rio contrataria na hora: pura sacanagem, funk pancadão e house fanfarrão. Mas o nome da pista foi mesmo o britânico Rusko (que recentemente produziu Britney Spears e M.I.A. ). Animadíssimo e performático, pegava no microfone, cantava e brincava com a galera, fazendo aquilo que poucos DJs conseguiram: prender todo mundo que entrava na tenda durante o seu set.

QUE PRESSÃO É ESTA, HEIN?

Outra figura que causou no festival: Eric Prydz. Inédito no Brasil e dono de hits que já viraram clássicos das pistas, tocou um remix de Zombie Nation com aquela base do funk que fez a pista inteira cantar junto: "que pressão é esta, hein?" (eles ficavam só no oh-oh-oh-wou).

Já a "Máfia Sueca" de Steve Angello, Sebastian Ingrosso e Axwell... No quesito "popular", foi "a" atração mais estourada do festival. Na mesma hora que se apresentavam, tocava na pista ao lado Sven Väth. No palco, Tiësto. E numa tenda mais distante, o lendário grupo inglês Leftfield. Não teve pra ninguém. Eram 10 mil pessoas dentro da pista, mais umas duas mil do lado de fora pressionando os seguranças, tentando de qualquer forma entrar. Coisa de louco.

Falando em loucura, triste foi ver uma das mais esperadas atrações do festival, o live do "anglo-canadense-quase-alemão" Richie Hawtin falhar. A tecnologia do Plastikman se virou contra seu criador. Duas falhas na energia seguidas de uma desistência. Uma decepção que só não foi maior que o set da sua pupila Magda (e quem disse que minimal é som de festival?)

A REGRA É CLARA: NÃO SE LEVE A SÉRIO

Por mais que rolasse uma concentração absurda de gente bonita e interessante no mesmo espaço, o clima de pegação praticamente não existia. Se alguém esbarrava em você na pista, imediatamente pedia desculpa.

As fantasias rolavam solta, e este foi um dos grandes diferenciais do festival. A regra era simplesmente não se levar a sério. De Oompa Loompas a marinheiros, de Astronautas a Legos ambulantes, o que o povo queria mesmo era se divertir, chamar a atenção e tirar fotos. Mas tudo no maior respeito, simpatia e clima de curtição.

Para minha surpresa, todas as tendas, em todos os momentos, estavam minimamente animadas com gente dançando ritmos às vezes bizarros para nós, como o hard trance da tenda Go Dutch! e suas músicas de 175 bpm. Em outras tendas mais "tranquilas", as pessoas cantavam juntos as músicas, havia (pelo menos parecia haver) uma certa educação musical que raramente se vê - ainda - por aqui. A "disputada" área VIP ficava tão escondida, que foi uma das poucas pistas que simplesmente não vi.

Gentileza, educação e muitos sorrisos no ar. Pode parecer exagero, mas este festival ganhou uma menção honrosa no quesito "boa vibe". Quem frequenta, sabe. É aquela sensação de saudade, de querer mais, de se sentir acabado após 10 horas de pista e ainda assim se pegar pensando: "...mas já passou mesmo?"

Quem sabe ano que vem? Estou desde já na torcida para que o festival daqui dê certo. Enquanto isto, começam os preparativos para a edição de Buenos Aires em novembro...Em breve, mais infos aqui no blog Burn.


Fotos: Divulgação, Site Oficial do festival

Enviado por FrankCK


Visita guiada em exposição de skatistas em SP.

02 de setembro de 2010

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Pra quem ainda não foi e está em São Paulo, vale a pena conferir a mostra Destroy and Create, que termina neste final de semana na Matilha Cultural.

A expo fala sobre a relação dos skatistas com a cidades, uma viagem pela criação, destruição e intervenção. Como sábado ( 04/09 ) é o último dia, vai rolar uma visita guiada pelo curador Lucas Pexão de 15h às 17h.

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Depois tem também uma conversa com os artistas Flávio Samelo, Fabiano Lokinho, Silvana Mello e os skatistas Klaus Bohms, Daniel Marques, Akira Shiroma e Xande Marten, coordenador geral da exposição.

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Pra quer participar do rolê tem que chegar meia hora antes e se inscrever. Os participantes ganham uma camiseta Destroy and Create, um cartaz lambe-lambe, um exemplar da revista Vista e adesivos.


Fotos: Divugalção

Enviado por Juliana Andrade


HOT VIDEO: BURN faz sessão com skatistas em ferryboat.

01 de setembro de 2010

Em um ferryboat (uma espécie de cargueiro de menor porte) indo para Suécia, a equipe do Burn In Heads, preparou uma sessão de skate lá dentro.

Imagina só: skatistas profissionais, um ferryboat e o mar... Conseguiram visualizar? Não!? Não se preocupem, a sessão foi um ensaio fotográfico e rendeu um vídeo para Burn Ignite.

Assista ao vídeo aí embaixo, porque outro dia postamos o ensaio:

Deve ter sido muito legal, né não?


Enviado por Redação


Beyoncé passeia sem sutiã na Itália.

24 de agosto de 2010

A cantora Beyoncé passou o final de semana na Itália com seu marido, o rapper e produtor Jay-Z, e resolveu, à moda da casa, mostrar toda sua fartura.

Ela saiu para passear sem sutiã e com uma blusa com transparência!

Beyoncé tá podendo!


Foto: Splash News

Enviado por Phelipe Cruz


BURN brinda uma década de Glamurama.

13 de agosto de 2010

glamurama1

Comandado pela jornalista Joyce Pascowitch, o Glamurama "brotou" de uma conversa, em 2000, e ninguém pensou que cresceria tanto. Devagar e sempre, hoje o site é uma editora com 4 grandes publicações e está hospedado no Portal UOL.

No site são veiculadas notícias de moda, comportamento, cultura contemporânea, artes plásticas, gastronomia, beleza, noite... e tudo o mais voltado para indústria de luxo e consumo. Depois de 10 anos, sua identidade é mais que confirmada e copiada por outros meios de comunicação Brasil afora: " (...) hoje, dez anos depois, somos um grupo de comunicação com revistas, guias de viagem, eventos e outras coisas mais, cujo carro-chefe é o Glamurama”, afirma a jornalista."

Para a comemoração de uma década, BURN ficará ao lado da editora para todos os preparativos da festa e para as surpresas que virão, neste sábado, dia 14 de agosto, um casarão em Higienópolis, São Paulo recebe a festa. A cenografia é assinada pelo Estúdio Xingu, e dentre os DJs estão, o carioca Dany Roland, que mistura brasilinidade, música africana, poesia, jazz e experimentalismo; Cris Naumovs que se considera uma "personal iPodder", conhece à beça de música e tem um repertório musical que vai de PJ Harvey à Teresa Cristina. Fechando esse clima de inusitado, e saído direto da festa Bailinho, Rodrigo Penna chega para animar ainda mais a festa. Salve simpatia!

Já deu pra sentir o cheiro de felicidade e descontração no ar, né? E os convidados, tenho certeza, não vão parar de dançar com BURN para esquentar no "friozinho".


Foto: Divulgação, site Glamurama

Enviado por Redação


Conheça os idealizadores de um dos blogs de música mais quentes da Internet

11 de agosto de 2010

Raphael Caffarena tem 23 anos nasceu em Presidente Prudente. Christel Escosa é australiana e não apenas divide com Raphael a idade,, mas também a paixão pela música.

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Juntos os dois tocam o blog de música IM//UR, que solta as novidades mais quentes de música, moda e arte. Além das matérias com novos artistas, a dupla, eventualmente convida um designer ou ilustrador bacana pra fazer desenhos que servem de fundo pro blog. O legal é que voce pode clicar no seu favorito e personalizar sua página.

Pra entrar na blogosfera e ser um site relevante competindo com grandes blogs mundo afora, os dois decidiram fazer o site em inglês, mesmo com a Christel arrasando no português. O IM//UR está no ar há "um pouco mais de um ano, e está em inglês porque minha vontade de treinar meu inglês é maior do que a vontade da Christel de escrever em português! Hahaha", conta Raphael.

Leia a seguir uma entrevista que fizemos com os dois:

BURN: Como vocês se conheceram?

Raphael Caffarena: Na época, em 2008, a Christel era editora de música de uma revista inglesa que estava fazendo uma matéria especial sobre o Brasil, eu tinha uma banda e fui um dos entrevistados (ninguém precisa lembrar o nome da banda, ok?). Na primeira noite que nos conhecemos ficamos bêbados e, na segunda, ela dormiu em casa. Desde então, na saúde e na doença, somos melhores amigos.

BURN: Como surgiu a idéia do blog?

RC: Depois de um tempo, a Christel começou a trabalhar em outra revista - a 'Sup Mag - e eu comecei a colaborar com eles. Como eu escrevia sobre música aqui - na época eu trabalhava no Rraurl - e ela lá, decidimos que era hora de nós criarmos uma coisa nossa, ao invés de fazer coisas para os outros. Depois de uns meses discutindo nomes, criando layout, nasceu o IM//UR.

BURN: Pretende agitar algum show por aqui?

RC: O Brasil vive um momento meio estranho para fazer festas independentes. "Ninguém" quer ver banda velha, mas ninguém sai de casa para assistir uma banda muito nova, mesmo que ela seja muito boa - que é o que dá pra pagar sem patrocínio. Qualquer banda que chega aqui e é hypada a ponto de levar um público real vem muito caro. É aquela coisa, cada vez que um festival traz uma banda pra cá é bom e ruim ao mesmo tempo - o lado ruim é que eles inflacionam ainda mais o mercado brasileiro. Apesar de não ter dinheiro, é bem provável que a gente traga outro artista internacional, sim, ultimamente estão chegando muitos e-mails de pedidos de turnê no Brasil. Por enquanto a gente começou uma festa no Estúdio Emme, a Blogwars, com os queridos do Move That Jukebox e Dominódromo. A próxima já é no dia 13 de agosto (sexta-feira 13)!

BURN: Qual o drink favorito de vocês?

Raphael Caffarena: Um que o Gil Barbara fez pra mim que se chama Azedinho (grenadine + limão + agostura + vodka + club soda)
Christel Escosa: Qualquer coisa com cachaça

BURN: Qual a musica que ta no repeat essa semana?

RC: O primeiro single do Highlife, projeto do Sleepy Doug Shaw que toca no Gang Gang Dance e é líder do White Magic. É tipo Dirty Projectors fazendo amor com Animal Collective.
CE: O último These New Puritans, "Hologram". É a música mais bonita que eles já fizeram e consigo ouvir em repeat eterno.

BURN: O álbum mais importante da vida de vocês?

RC: É entre o "The Queen is Dead" dos Smiths e "London Calling" do Clash. Mas eu gosto mais de Smiths que Clash, então eu vou com o Morrissey, até porque esse tem a minha música favorita do mundo inteiro "I Know It's Over".
CE: Esse não é o tipo de pergunta que sei responder!


Fotos: Divulgação

Enviado por Juliana Andrade


Se ainda não foi, aproveite o fim de semana pra conhecer a Galeria Mundo Mix.

05 de agosto de 2010

Essa é pros atrasados que não ficaram sabendo, e/ou não foram ainda na Galeria Mundo Mix (GMM) em São Paulo. O artista plástico Eduardo Sancinetti apresenta a expo individual "Verde e Vermelho", com várias pinturas, gravuras, desenhos, colagens e polaroids. Não pode perder, o trabalho dele é muito bacana!

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Duas obras de Eduardo Sancinetti. A obra "Menino de Cabelo Loiro com Pescoço de Risquinhos Verdes", à esquerda, já foi vendida

A ideia da GMM é criar um novo espaço para designers, estilistas e artistas expor seus trabalhos. Tem ainda um corner da Casa de Criadores, que apresenta novos estilistas; o Fica a Dica, em que algum convidado faz venda especial; a Ducha, com espaço para teste de novos produtos e também a Galeria Mezanino, com curadoria de Renato de Cara, que fica responsável em trazer artistas plásticos.

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O espaço foi inaugurado no início de julho junto as marcas: AMP, Babajann, Box 11 por Vanessa Oz, Ducha, Estudio Manus, Futuramente, Galeria Mezanino, Geová para Uma, JeC Revistas e Livros, João Pimenta, Katkiller, Kleber Matheus, Los Rameras, Notnaive, Q-Vizu, Renata Stanisci, Rio Moda Hype, Rodrigo Fraga, Romy and Jacob, Ruah, Simone Nunes, Traffic People, Troy Art, Uma, Urban Design, Vertices Casa, Wilson Ranieri, Fica a Dica por Fabio Andreoni, R-Groove. Passa lá!


Fotos: Divulgação

Enviado por Juliana Andrade


HOT VIDEO: BURN e Jess Kimura.

04 de agosto de 2010

No Canadá, uma snowboarder, Jess Kimura, de 23 anos, se divide entre a paixão pelo esporte radical, seu coletivo feminino de filmes, o Peep Show, e seu trabalho na construção civil. Para os vídeos BURN, o segundo que o blog mostra, foi pedido a esportista falar um pouco sobre perserverança, dor e diversão.

Kimura ficou conhecida não só por ter começado cedo sua carreira como skatista em half-pipes (aos 14 anos, precisamente), mas também por ter ido competir com um dos braços quebrados e na competição quebrar o outro braço e ferir o joelho, se não tivesse sido impedida continuaria competindo ainda assim. Após o ocorrido, Jess ainda teve de dormir em um carro esperando o vôo de volta para casa em Whistler, no Canadá. Quando questionada, diz ter medo sim, e acrescenta que uma de suas regras pessoais é "assustar-se de vez em quando". Assista ao vídeo:


CRÉDITOS:

The Peep Show Crew:

Jess Kimura
Esthera Preda
June Bhongjan
Laurie Gauvin
Marie Hucal

Diretor/DOP: Jonathon Hill
Produtora: Allison Lockwood

Trilha Sonora:
"Lock and Key" - The Super Wild Horses
"Swim My Baby" - The Harpoons
"Angelina" - The Villains of Wilhelm


Enviado por Redação


HOT VIDEO: skate, atitude rocker e BURN.

30 de julho de 2010

BURN acabou de lançar uma campanha com 3 vídeos, pequeninhos e interessantes. O primeiro que o blog BURN apresenta, "Ride", foi dirigido por Garth Davis, e pode ser conferido abaixo. Os outros dois, "Playground"e "Peepshow" serão apresentados aos leitores do blog BURN também. Os "filminhos" serão distribuídos online e estarão hospedados no site britânico de BURN, mas também podem ser vistos no canal BURN, no YouTube.

"Ride" foi todo filmado na cidade do México com o apoio da comunidade de skatistas local. No vídeo, Steve Berra e seus companheiros, literalmente, pegam fogo. Deve ter sido uma volta e tanto...

"Ride"


FICHA TÉCNICA:

Diretor: Garth Davis
Produtor: Karen Sproul
Editor: Jack Hutchings (The Butchery)
DOP: Grieg Fraser
VFX: Colin Renshaw (Cutting Edge)
Supervisor Musical: Karl Richter (Level 2 Music)
Música: "WOR"- Django Django
Mixagem: Jason Murphy (GAS)
Filmado pela Exit Films, Melbourne


Enviado por Redação






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