Conhece a EXPO?

08 de setembro de 2010

Esse ano o pessoal do Tramavirtual começou mais um projeto bastante legal: a EXPO.

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Simone sou por Alesssandra Fratus

No intuito de divulgar os malucos que ainda se aventuram a fotografar essa modalidade em que se trabalha tanto por tão pouco, registrando aquilo que é uma das coisas que mais se dá gosto de fazer, mas menos se recebe pelas (fotografias de shows), eles fazem uma curadoria de 10 fotos por artista, que fica por um mês em evidência no site até a escolha do novo expositor.

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Flamming Lips por Caroline Bittencourt

Conversamos com a Regiane Akemi, criadora da EXPO, para saber um pouco mais sobre o projeto:

BURN: De onde surgiu a ideia de fazer uma exposição virtual sobre as fotos?

Regiane Akemi: A EXPO foi o primeiro projeto que propus aqui na Trama Virtual. Sempre gostei muito da seção Artes & Ofícios (músicos são convidados a fazer uma "obra" inspirada em uma música sua e outra na de outro artista) e saquei que seria bacana dar ainda mais espaço ao lado visual da música. Outro aspecto legal da EXPO é dar espaço não só às pessoas que tocam, mas também às que fazem a cena acontecer de alguma maneira. Logo no início nem existia uma lista grande de possíveis colaboradores. Pensamos em uns cinco, convidamos e hoje percebo que a seção pode ter uma longa vida. A cada dia descobrimos mais gente talentosa fotografando shows.

BURN: Você acha que as exposições virtuais tomarão o lugar das tradicionais?

RA: Acredito que não. O que acontece é que hoje vivemos uma cultura de Flickr muito forte  e nossa EXPO se encontra dentro disso. Uma maneira de organizar, de propor uma curadoria e dar um destaque ao meio da imensidão da internet.

BURN: Melhor show da vida?

RA: Na verdade são dois bem diferentes, mas que ocupam o mesmo espaço na minha memória. Em 2006/07 passei uma temporada em Tóquio e na minha última semana assisti a Peter, Bjorn and John (com direito a participação da Victoria) e Bloc Party (divulgação do segundo disco). Um super intimista e outro bem "adolescentes enlouquecidos". Foi a chave de ouro dessa viagem.

BURN: Câmera favorita?

RA: Até tive experiência na faculdade com uma boa Nikon digital, mas as fotos mais legais que já fiz foram com as analógicas caseiras. As mesmas que foram utilizadas pelos meus pais na infância e roubei para mim. A maioria do meu Flickr foi feita com uma Canon e uma Kodak que mais parece descartável.


Fotos: Alessandra Fratus e Caroline Bittencourt

Enviado por Fernando Schlaepfer


PAPO RETO: CHICO DUB / DANCING CHEETAH.

08 de setembro de 2010

Tecnobrega, pós-funk, tropical bass, kwaito, kuduro, funana, coupé decalé, mashups e global guettotech. Diversão é a palavra de ordem, e quem define bem a nossa tão querida macaca é a Dancing Cheetah, uma festa de ritmos globais subestimados e desconhecidos pela mídia e público em geral.

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Trio Cheetah: João Brasil, Pedro Seiler e Chico Dub (da esquerda para direita).

Formada pelos DJs Chico Dub, Pedro Seiler e João Brasil, a festa é movida pela mistura de música eletrônica, reggae, pop, rock e hip hop com ritmos típicos da América Latina, do Caribe e da África.

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Chico Dub

Trocamos 2 dedinhos de prosa com um dos Djs/Produtores da Dancing Cheetah, CHICO DUB. Dá o look 360º.

BURN: Como e quando surgiu a Dancing Cheetah?

Chico Dub: A Cheetah surgiu no iniciozinho do ano passado. Eu, João e Pedro tínhamos acabado de tocar juntos numa festa e a experiência foi tão divertida que bolamos um jeito de continuar tocando juntos. Daí nasceu a Cheetah. Em fevereiro de 2009 fizemos nossa primeira edição.

BURN: Quais as suas maiores referências?

CD: Nossas maiores referências são os ritmos digitais produzidos nos "países do terceiro mundo": México, Argentina, Colômbia, Brasil, República Dominicana, Angola, Costa do Marfim, Cabo Verde, África do Sul, e por aí vai. Mas também abraçamos coisas mais antigas desses lugares, especialmente as sonoridades dos anos 70, que usamos para abrir e fechar as noites. E finalmente, todo e qualquer tipo de música tropical, caliente, um tipo de som que é, e sempre será, bem divertido.

BURN: Qual a ligação da Cheetah com o Technobrega?

CD: Dentre a coisa de privilegiar ritmos eletrônicos produzidos no terceiro mundo, não podíamos deixar de tocar um dos mais originais e divertidos de todos eles, que é o tecnobrega. No início da festa, a gente testava os sons antes, pra saber como seria a reação do público com toda aquela música estranha. Logo de cara percebemos que a cumbia e o tecnobrega foram muito bem aceitos. Na primeira temporada da Cheetah, por exemplo, só o Pedro tocava. Hoje todos tocam. Por conta disso, fomos chamados pra abrir e fechar um show da Banda Calypso, na Fundição Progresso. E o João recentemente esteve em Belém, tocando com a Gaby Amarantos e tudo.

BURN: Quais foram as melhores edições, e que artistas deixaram sua marca?

CD: Todas as edições que fizemos com os argentinos representantes da nova cumbia digital foram muito especiais (El Remolón, Frikstailers e Villa Diamante). Teve uma que fizemos no Studio Line com um line up arrasador. Eram DJs do Canadá (Poirier), Estados Unidos (Maga Bo) e África do Sul (Fletcher) além do time da Cheetah e do nosso irmão Lucas Santtana. Falando em Lucas, não dá pra esquecer de uma edição no Teatro Odisséia que contou com um show dele. E, finalmente, a estreia do Ajax, projeto de disco music exótica encabeçado pelo Gustavo MM e Filipe Mustache, projeto esse do qual somos padrinhos.

BURN: Na próxima Cheetah (sexta-feira) vocês recebem a banda Norte Americana LEMONADE, que toca um rock meio eletrônico, meio "world music" (como vocês definiriam?). O que podemos esperar?

CD: Se a Dancing Cheetah fosse uma banda, ela bem que poderia ser o Lemonade. Assim como a gente, eles são um trio que toca um montão de sons diferentes. Acho que vai ser um show bem especial. E uma oportunidade e tanto de conferir uma banda nova, no ápice, e com uma pegada muito rara de se ver por aqui, algo como um indie-dance com toques étnicos. Já soube que eles vão aproveitar a passagem por aqui para testar músicas para um próximo disco. Ou seja, vai ser imperdível!!!


DancingCheetah


SERVIÇO:

Dancing Cheetah
DJs Cheetah: Chico Dub + Pedro Seiler e Banda Lemonade (EUA).

Sexta feira, 10 de setembro. 23hs.
Teatro Odisséia

Lista amiga: dancingcheetah09@gmail.com


Fotos: Divulgação

Enviado por Yugo + Loulou Chavarry


CORRE: She Wants Revenge faz show em SP e Brasilia.

08 de setembro de 2010

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Se você perdeu a chance de ver o She Wants Revenge quando eles vieram em São Paulo em 2007 pra se apresentar no Nokia Trends, corre em comprar seu ingresso pra conferir o show deles no Clash nesta quinta ( 09/09 ), ou ainda no dia 11 de setembro no Festival Porão do Rock, em Brasília.

A banda, que carrega influências de ícones dos anos 80 como New Order, Joy Division e Bauhaus, acabou de lançar o EP "Up and Down", e prepara o terceiro álbum de sua carreira. Taí mais um motivo pra não perder o show, provavelmente deve rolar alguma faixa nova nessa apresentacão.


SERVIÇO:

She Wants Revenge

São Paulo @ Clash Club
QUANDO: 09 de setembro, quinta-feira às 22h.
ONDE: R. Barra Funda, 969, Barra Funda, tel.: (11) 3661-1500.
PREÇO: R$ 90,00

PONTOS DE VENDA:

São Paulo:
Visite a agenda do site do Clash Club

INTERNET:
Ticket Brasil


Brasília @ Porão do Rock
QUANDO: 11 de setembro, sábado

PONTOS DE VENDA:

Brasília:
Informe-se melhor em poraoweb.com.br

INTERNET:
Ticket Brasil


Foto: Divulgação

Enviado por Juliana Andrade


Uma Hippie Mulher.

08 de setembro de 2010

Dando uma pausa na divulgação de seu novo filme "Comer, Rezar e Amar", Julia Roberts foi fotografada de biquíni ao lado da família no Havaí...

julia_R_polly

Espero ansiosamente o próximo longa, e já deixo aqui minha sugestão de roteiro: "Comer, Rezar, Depilar as Axilas".


Foto: Splash News

Enviado por Polly


BURN apresenta BURN ROOM em Belo Horizonte.

06 de setembro de 2010

Fatnotronic

Toda a véspera de feriado é uma alegria só com 1.001 festas acontecendo por todos os cantos do Brasil, e a agenda aí ao lado mostra um pouquinho do que esperar de festas neste feriado "quase" prolongado.

Hoje, 6 de setembro, para incendiar a nossa segunda (ou pelo menos a de quem está em BH), BURN apresenta BURN ROOM, na dDuck. Imagina só: se amanhã é feriado e tem festa BURN na sua cidade, não tem por que enrolar. É partir pro assunto, até porque essa noite vai ficar pequena. Só pra dar aquela vontade de ir...

A pista da dDuck recebe o projeto FATNOTRONIC, um duo que conta com Gorky, do Bonde do Rolê e com Phillip A., do Killers On The Dancefloor. O som dos caras é energético, quente, bem humorado e muito bom pra dançar. A diversão, vocês percebem, já começa no nome, uma zoação com o físico avantajado de ambos junto com Technotronic (lembram de "Pump Up The Jam", a famosa "melô do poperô"?). Foram os DJs residentes, Gian e Feliz, que convidaram a dupla paulista ao clube, mas é BURN quem junta forças com a casa para mais essa noitada.

Então, se liguem e preparem os sapatinhos para se acabar de dançar... claro, se vocês estiverem por "Belô".


SERVIÇO:

dDuck: R. Pernambuco, 1316. Belo Horizonte, MG.

Entrada até 1h (Após preço sob consulta):
R$20 Homens
R$15 Mulheres

LISTA AMIGA até 1h:
R$15 Homens
R$10 Mulheres

Dose dupla de BURN durante toda a noite.


Foto: Divulgação

Enviado por Redação


L.E.D. Festival estreia com sucesso em Londres.

03 de setembro de 2010

Iniciativas ousadas devem ser louvadas e o London Electronic Dance Festival foi uma delas. Competindo no mesmo fim de semana de Readings/Leeds, SW4, Creamfields e do ápice do verão britânico, o primeiro L.E.D. Festival foi, com uma crítica ou outra (principalmente o volume baixo dos 2 stages), um grande sucesso.

A festa aconteceu na última sexta e sábado no Victoria's Park, no East London. Se na sexta o público ficou na casa das 20 mil pessoas, o sábadão recebeu o dobro, para ver uma lista de atrações novidadeiras e estabelecidas da dance music do Reino Unido e da Europa (não houve, curiosamente, nenhuma atração dos EUA).

Na sexta os destaques foram o animado set de Calvin Harris, que misturava grooves, electro e até funk carioca aos hits "Ready for the Weekend" e "Girls". Os belgas do Soulwax mostraram seu potente show de electro-rock no mesmo palco principal, que foi encerrado pela grandiosidade brega de David Guetta, ministrando suas fusões de hits pop com clássicos da dance music (faixas como "Sexy Chic" e "The World is Mine" eram misturadas a coisas como jungle, Prodigy e Robin S ). Foi uma das atrações com o público mais ensandecido.

No sábado, a tenda menor recebeu drum'n'bass e um set potente de Annie Mac, carismática DJ da BBC que tem assumido o posto de principal tocadora de música da famosa emissora local. Em cortes secos e bombantes, ela foi da disco music ao dubstep em 10 minutos, com a tenda entupida. Neste segundo dia o grande destaque foi sem dúvida o live set de Aphex Twin, expoente máximo do experimentalismo eletrônico: jungle, breakbeat, caos hard techno e paranoia eletrônica eram misturadas a linhas de ambient lindas e delicadas. O ápice foi a aparição dos rappers sul-africanos Die Antwoord. Vestidos de Pokemón, eles balbuciavam coisas impronunciáveis e pulavam, num momento histórico e totalmente non-sense.

O palco principal acabou no sábado com o bonito show da Goldfrapp, que ministrou hits antigos como "Number One" e "Train" com as faixas bem chicletes de seu novo disco, "Head First", que provaram funcionar bem no palco. Outro ícone da música inglesa, o Leftfield, fechou o palco, apresentando em formato banda um bom exemplo da música urbana e dançante do Reino Unido (o expoente máximo desse som é o Massive Attack, ainda): influências jamaicanas, sons chapados e hipnóticos com cantoras míticas, e muito beat e explosões de groove.

Sem associar-se a marcas para ser realizado, e misturando bem o mainstream com o underground, o L.E.D. Festival abre caminho para ser um dos eventos urbanos de música eletrônica mais relevantes da cena mundial. Só precisa regular bem o volume de seus palcos, e dar um pouco de atenção aos artistas americanos.


Fotos: Divulgação, Fabio Viecelli

Enviado por Jade Gola


Creamfields Festival: Que venha a versão brazuca!

03 de setembro de 2010

No último final de semana fui convidado para acompanhar o Creamfields Festival, de Liverpool, um dos maiores festivais de dance music do mundo, que ganhará uma edição brazuca em 2011.

Por enquanto, não há muito mais informações além de que a edição nacional do Creamfields acontecerá no sul no dia 22 de Janeiro e que ele vem aí com o objetivo de se tornar "o festival do verão brasileiro".

Enquanto a gente espera mais novidades, segue abaixo uma resenha exclusiva para o Blog Burn da minha experiência lá na gringa.

TUDO AO MESMO TEMPO AGORA: O SEGREDO DE UM BOM FESTIVAL

Para quem já foi à alguma festa na Fazenda Maeda (SP) ou em Santo Aleixo (RJ), a primeira impressão do festival inglês Creamfields não causa espanto. É o mesmo cenário de sempre: gramados extensos, cenografia burlesca e aquele clima bucólico das festas open air. Só um pouco mais frio... e com muito mais lama (as galochas literalmente são acessórios obrigatórios).

As semelhanças acabam por aí. A começar pelos números do festival: 80 mil pessoas por dia divididas em dois dias. Um palco open air e onze tendas. Mais de 160 atrações. Como se não bastasse, contei pelo menos seis brinquedos de parque de diversões, três lojinhas de merchandising com camisas, casacos e até calcinhas do festival (!), além de mais de uma dúzia de barracas com comidas de várias nacionalidades. Isto sem contar as lojinhas curiosas como um caminhão com estúdio de tatuagem e um lounge de luz negra que vendia... oxigênio! Sim, cinco minutos de oxigênio, com aromas de diversos tipos, por aproximadamente quinze reais (ou cinco libras).

A imensidão das opções do festival só não competia de frente com o poder de seu line-up. No final de semana quase todos os peso-pesados da e-music estavam lá. Dos mais comerciais ( David Guetta, Deadmau5 e Calvin Harris ), à santíssima trindade do trance (Tiësto, Ferry Costern e Armin Van Buuren), passando pela nova geracão da house music ( Swedish House Mafia, Dirty South e Laidback Luke ), o techno minimalista alemão ( Magda, Plastikman aka Richie Hawtin e Sven Väth ), lendas "locais" ( Sasha, Leftfield e Pete Tong ) ou novos heróis da cena de dubstep inglesa ( Benga, Rusko, Annie Mac e Joker ).

Em resumo, era um festival "de verdade". Daqueles que você não escolhe o que vai ver, e sim o que vai ter que sacrificar. Cabiam aos artistas - literalmente - se virar nos trinta. Qualquer escolha errada de uma música era fatal: a migração em massa era inevitável.

O DUBSTEP É A BOLA DA VEZ EM UK

Deixe que pensem, que digam, que falem... Por mais que nenhum evento no Brasil tenha a iniciativa de investir em seus artistas, o gênero que nasceu no Reino Unido, por volta de 2004, chegou finalmente em seu auge.

É comum ouvir nas lojas de roupas da Oxford Street, em Londres, as batidas quebradas e os baixos gravíssimos em remixes de músicas pop como "I Got a Feeling". Aliás, surpreendente foi ver David Guetta tocar techno, electro e não enfiar um hit atrás de outro. O atual DJ mais pop do mundo arriscou um dubstep que fez a galera jogar as mãos de um lado pro outro, quase como que num mega-show de hip hop. Deadmau5 foi outro. O ratinho que estampava 9 em cada 10 camisas mais vendidas do festival saiu de trás de seu cubo de led para quebrar tudo com beats quebrados fazendo a alegria da inglesada.

Por isso, talvez um dos maiores destaque do festival foi mesmo a tenda que reuniu a galera do UK Bass. Andy C e o MC Dynamite me fizeram dançar drum 'n' bass como não fazia desde 2002. O Major Lazer de Diplo colocou a tenda abaixo com um show que qualquer equipe de som do Rio contrataria na hora: pura sacanagem, funk pancadão e house fanfarrão. Mas o nome da pista foi mesmo o britânico Rusko (que recentemente produziu Britney Spears e M.I.A. ). Animadíssimo e performático, pegava no microfone, cantava e brincava com a galera, fazendo aquilo que poucos DJs conseguiram: prender todo mundo que entrava na tenda durante o seu set.

QUE PRESSÃO É ESTA, HEIN?

Outra figura que causou no festival: Eric Prydz. Inédito no Brasil e dono de hits que já viraram clássicos das pistas, tocou um remix de Zombie Nation com aquela base do funk que fez a pista inteira cantar junto: "que pressão é esta, hein?" (eles ficavam só no oh-oh-oh-wou).

Já a "Máfia Sueca" de Steve Angello, Sebastian Ingrosso e Axwell... No quesito "popular", foi "a" atração mais estourada do festival. Na mesma hora que se apresentavam, tocava na pista ao lado Sven Väth. No palco, Tiësto. E numa tenda mais distante, o lendário grupo inglês Leftfield. Não teve pra ninguém. Eram 10 mil pessoas dentro da pista, mais umas duas mil do lado de fora pressionando os seguranças, tentando de qualquer forma entrar. Coisa de louco.

Falando em loucura, triste foi ver uma das mais esperadas atrações do festival, o live do "anglo-canadense-quase-alemão" Richie Hawtin falhar. A tecnologia do Plastikman se virou contra seu criador. Duas falhas na energia seguidas de uma desistência. Uma decepção que só não foi maior que o set da sua pupila Magda (e quem disse que minimal é som de festival?)

A REGRA É CLARA: NÃO SE LEVE A SÉRIO

Por mais que rolasse uma concentração absurda de gente bonita e interessante no mesmo espaço, o clima de pegação praticamente não existia. Se alguém esbarrava em você na pista, imediatamente pedia desculpa.

As fantasias rolavam solta, e este foi um dos grandes diferenciais do festival. A regra era simplesmente não se levar a sério. De Oompa Loompas a marinheiros, de Astronautas a Legos ambulantes, o que o povo queria mesmo era se divertir, chamar a atenção e tirar fotos. Mas tudo no maior respeito, simpatia e clima de curtição.

Para minha surpresa, todas as tendas, em todos os momentos, estavam minimamente animadas com gente dançando ritmos às vezes bizarros para nós, como o hard trance da tenda Go Dutch! e suas músicas de 175 bpm. Em outras tendas mais "tranquilas", as pessoas cantavam juntos as músicas, havia (pelo menos parecia haver) uma certa educação musical que raramente se vê - ainda - por aqui. A "disputada" área VIP ficava tão escondida, que foi uma das poucas pistas que simplesmente não vi.

Gentileza, educação e muitos sorrisos no ar. Pode parecer exagero, mas este festival ganhou uma menção honrosa no quesito "boa vibe". Quem frequenta, sabe. É aquela sensação de saudade, de querer mais, de se sentir acabado após 10 horas de pista e ainda assim se pegar pensando: "...mas já passou mesmo?"

Quem sabe ano que vem? Estou desde já na torcida para que o festival daqui dê certo. Enquanto isto, começam os preparativos para a edição de Buenos Aires em novembro...Em breve, mais infos aqui no blog Burn.


Fotos: Divulgação, Site Oficial do festival

Enviado por FrankCK


Miranda Kerr está numa numa edição em 3D da Vogue italiana.

03 de setembro de 2010

A clássica revista de moda Vogue, em sua versão italiana, fez a sua primeira capa em 3D de sua história!

A modelo a estampar a edição é a top Miranda Kerr, que também fez um ensaio bastante sensual que pode ser visto no interior da revista.

O exemplar chega às bancas neste mês e vem sem óculos 3D...

É melhor você ir correndo comprar o seu para não perder nenhum pedacinho do que a modelo mostrou na Vogue.


Foto: Divulgação

Enviado por Phelipe Cruz


Ms. Lauryn Hill se apresenta no Rio de Janeiro na véspera de feriado.

03 de setembro de 2010

Segunda feira, dia 06, o palco do Citibank Hall vai ser tomado pelo rap, hip hop e R&B. A cantora norte-americana Lauryn Hill faz show com a promessa de apresentar seus maiores hits, em única apresentação no Rio de Janeiro.

Ganhadora de cinco prêmios Grammy (e indicada em 11 categorias) com o disco "The Miseducation of Lauryn Hill", Ms. Lauryn Hill vem ao Brasil para mostrar toda sua intimidade com o rap, reggae, R&B e soul, que fez dela uma das artistas mais respeitadas e veneradas do mundo quando o assunto é black music. Ms. Hill foi revelada no grupo de hip-hop "The Fugees" e ganhou fama cantando uma versão de "Killing me Softly With His Song", de Charles Fox e Norman Gimbel baseado no poema "Killing Me Softly With His Blues" de Lori Lieberman, a primeira a gravá-la (até aquele momento, 1998, a versão mais conhecida era a de Roberta Flack, de 1973).

Fiquem com outro hit de Hill, "Doo Woop", aqui embaixo:


SERVIÇO:

Segunda Feira, 06 de setembro, 21hs
Citibank Hall: Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca


Lista LouLou Chavarry:
R$50 (Pista)
$90 (Pista premium)

Enviar nomes para loulou.chavarry@gmail.com até 18hs de domingo.


Foto: Divulgação

Enviado por Yugo


Shakira está #alocka!

02 de setembro de 2010

Confesso: não consigo parar de ouvir o novo single da Shakira, #alocka - ou melhor, "Loca". A canção, que tem uma influência bem forte da música latina, será lançada no disco Sale El Sol em duas versões: em inglês (com participação de Dizzie Rascal) e espanhol (com El Cata).

shakira-loca

É muito, muito viciante. Talvez por isso que Shakira, que é colombiana e uma das cantoras mais bem-sucedidas do mundo, tenha vendido mais de 50 milhões de discos ao longo da carreira. Logo mais chega o vídeo - gravado em Barcelona - mas por enquanto, fique com a música. Clique aqui para ouví-la.

Ouviu? Não consegue tirar da cabeça? Não tem problema. O site UnhearIt.com dá um jeito. Tocando uma playlist de músicas igualmente viciantes, como "Barbie Girl" ou "Never Gonna Give You Up", eles tem feito sucesso no Twitter.

"Criamos esse site para você que tem uma música grudada na cabeça e não consegue tirar [...] Então o que fazemos é fazer você esquecer uma antiga trocando por uma nova... desculpe", diz a descrição do site.

Clique AQUI para entrar no Unheart It.


Foto: Divulgação

Enviado por Gabriel Marchi






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