A partir de sábado, o DJ inglês Tim
Healey começa uma turnê brasileira, em
Ribeirão Preto, e passa ainda por outras cinco cidades, como
Belo Horizonte (19), Curitiba (20), São Paulo (26), Campinhas
(26) e São José do Rio Preto (SP), antes de continuar em
viagem pelo Japão, Bali, Estados Unidos e Austrália.
Conhecido como o godfather do electrohouse, ele é parceiro do
projeto brasileiro Felguk, que lança suas músicas,
lá fora, pelo selo de Tim, o Giant Pussy Records.
No próximo dia 15, Tim coloca no mercado seu single "Take It Ezy," em parceria com o produtot Deekline, no site de vendas Beatport. Ambos
são sócios no selo, que completa um ano de sucesso com a
criação de um label de festas em Brighton, cidade natal
do projeto. Em maio, o produtor lança outro selo, o Surfer Rosa
Records, que lançará músicas de Hatiras,
Krafty
Kutz, Calvertron, Nom De
Strip e Stripper.
O cara ainda tem fôlego para planejar o lançamento de
Tim, em parceria com o projeto Tomcraft e produzir a banda indie rock Starlings, em alta rotação na Radio
BBC.
AGENDA TIM HEALEY 13/03 - Entorta Bixo - Ribeirão Preto/SP 19/03 -
Club Cinco - Belo Horizonte/BH 20/03 - Danghai - Curitiba/PR
26/03 - Club A - São Paulo/SP 26/03 - Kraft -
Campinas/SP 27/03 - Beats Club - São José do Rio Preto/SP
Acessórios, uniformes, listras e números do mundo dos
atletas sempre inspiraram os maiores estilistas a trazer para a vida
cotidiana tecnologias antes usadas apenas para o aumento de desempenho.
O Rio sempre esteve na moda e, agora, que sediará a Copa do
Mundo e as Olimpíadas, também entrou no jogo e no mundo
dos esportes. E que tal um olhar de fotografia de moda sobre o
espírito olímpico? Foi o que fez o fotógrafo Daniel
Mattar, com styling da parceira Bebel
Moraes, ao clicar 14 atletas brasileiros para um catálogo
do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da
marca carioca Wöllner, de Lauro Wöllner e Paulo
Calarge, sempre identificada com o esporte.
Clarisse Menezes (Esgrima)
Giovanna Stephan (Nado Sincronizado)
Virgilio Castilho (Triatlo)
Atletas como Daniele Hypólito (Ginástica
Artística), Martine Grael, Isabel Swan e Patrícia
Freitas (Vela), Giovana Stephan (Nado Sincronizado), Clarisse Menezes
(Esgrima) e Virgilio Castilho (Triatlo) aparecem em delicados cliques
em preto e branco, cheios de movimento, muitas vezes, poesia, e o
catálogo está sendo vendido nas lojas da grife, por R$
30, com renda totalmente revertida aos novos modelos, como forma de
incentivo ao esporte.
Acertou quem respondeu Zoe Saldana, a princesa Na'vi de Avatar:
A lição que fica desse 82º Oscar é:
não importa se seu vestido é Givenchy ou se o seu filme
recebeu nove indicações, deixe o tapete felpudinho do
banheiro em casa.
Dita Von Teese, Nicole Kidman, Natalie Portman, Audrey Tautou,
Laurence Fishburne, David Lynch, Ewan McGregor, Ethan Hawke e
Marcello Mastroianni são algumas das estrelas de cinema
clicadas pelo fotógrafo italiano Claudio Carpi que estão
na mostra Almas Cinematográficas, com abertura nesta
terça-feira, no MAM do Rio.
Esta é a primeira exposição do fotógrafo,
que trabalhou para campanhas publicitárias de diversos filmes,
como Matrix Reloaded, Na Companhia do Medo, V de Vingança e
Speed Racer.
As 33 imagens que ele selecionou para o MAM foram feitas com uma
câmera Linhoff analógica e impressas em papel de
algodão, alemão, em formato especial. Entre os
retratados, estão brasileiros como Roberto Burle Marx, Oscar
Niemeyer, Lucio Costa, Maitê Proença, Ronaldo
Fenômeno e Fernanda Lima.
Claudio é Filho de Fábio Carpi, escritor e diretor de
cinema da Companhia Cinematográfica Vera Cruz e começou
a conviver com estrelas de cinema na Cinecittà, aos 16 anos,
ficando definitivamente apaixonado pela sétima arte após
ver Fellini em ação, dirigindo E la nave va.
Além das estrelas da mostra, Cari já clicou
Robert De Niro, Dennis Hopper, Josh Brolin, Paul Giamatti, Robert
Downey Jr. e Keanu Reeves, tendo fotos publicadas em Vanity Fair,
Time, Entertainement Weekly, GQ e Issue One. Ele vive entre Paris, Los
Angeles e Rio de Janeiro.
¿ ¿A exposição fica em cartaz até 2 de
maio, com ingressos a R$ 8.
Essa história de Dia Internacional da Mulher pode parecer meio
piegas, mas é a (assustadora) oportunidade de olharmos ao redor
e descobrirmos que sem elas não existiríamos. E
vocês acham que seria diferente com o Blog Burn?
É claro que não. Dedicamos esse post àquelas que
fazem esse blog seguir para o alto e avante!
Na linha de frente, as PODEROSAS blogueiras Polly e Juliana mais a
convidadíssima DJ DRI.K. No background, Raquel, Sabrina,
Catarina, Taciana, Rafaela e Alice dão um DURO DANADO para
deixar esse blog tinindo para você, querido leitor.
Todo o mundo sabe que ontem rolou a cerimônia do Oscar. O que
pouca gente sabe é que naquela enorme premiação
houve momentos memoráveis e que valem a pena serem recordados.
Na mídia anda circulando que este foi o Oscar dos
“principiantes” e politicamente correto. Para nós,
valem mesmo as pontuações. Continuem lendo e vejam
alguns momentos.
6 – O número musical de abertura
Foi um momento que lembrou o filme “Gaiola das Loucas.”
Em um dado instante a la Broadway, Steve Martin olha para Alec Baldwin
e diz a frase: “Aí vamos nós, querida.”
5 – Tributo a John Hughes, conhece?
Ora, não sabem quem foi John Hughes? Cineasta
famosérrimo na década de 80 por seus filmes clichê
adolescente americano, tais como: “Curtindo a Vida
Adoidado,” “Mulher Nota 1.000” e “Clube dos Cinco.”
A galera de uns trinta e poucos anos lembra bem desses filmes com
cara de Sessão da Tarde. Já na década de 90,
Hughes foi responsável por “Esqueceram de Mim”.
Apesar de seus filmes terem sido sucessos pipocões
estantâneos, o cineasta nunca havia sido, em vida, nomeado ao
Oscar. Valeu o tributo póstumo!
4 – Ben Stiller vestido de Na’vi
Para apresentar o prêmio de melhor maquiagem, Ben Stiller subiu
ao palco como um Na’vi (aqueles seres humanóides azuis de
“Avatar” ). Começou falando na língua deles
e completou: “Isso significa: ‘parecia uma boa ideia nos
ensaios.’” Divertido e debochado.
3 – Melhor Filme Estrangeiro: El Secreto En Sus Ojos (O
Segredo em Seus Olhos)
Não escapando a tradição (a Academia nunca
escolhe um dos filmes favoritos para ser premiado), o filme do
argentino, Juan José Campanella foi o selecionado este ano.
Não sem o devido merecimento, embora este seja o filme com
maior apelo comercial nos cinemas dos EUA. Em seu agradecimento, o
diretor “principiante” – pelo menos no cinema
– faz piada às custas de Avatar: “Obrigado pela
Academia não considerar o Na’vi uma língua estrangeira.”
2 – Jeff Bridges é o cara!
Desde que foi nomeado ao Oscar por sua atuação em
“Coração Louco”, Jeff Bridges é
apontado como o favorito. E não foi diferente, Bridges levou a
estatueta. Essa foi a primeira vez que o ator recebe o prêmio ao
qual é nomeado.
1 – Go, girls!
Como Jeff Bridges, Sandra Bullock, jamais havia ganho um Oscar. Sua
atuação em “Sonho Possível” era a
favorita para levar o prêmio de melhor atriz e, sem surpresas,
ela o ganhou. O ineditismo, sim, está no fato de Bullock ter
sido a mola propulsora que fez o filme em questão render mais
de 200 milhões de dólares em bilheteria, feito nunca
antes alcançado em um filme protagonizado por uma mulher.
Só uma curiosidade, no dia anterior ao Oscar, Sandra Bullock
foi receber o prêmio de pior atriz (Framboesa de Ouro) por sua
atuação em “Maluca Paixão.”
Outro fato inédito, até então, era o de uma
mulher nunca ter levado para casa a estatueta como melhor diretor.
Bem, esse ano foi diferente. Dirigindo um filme de guerra (algo
inconvencional e nada ligado ao pensamento comum que se tem sobre a
natureza feminina), Kathryn Bigelow, foi premiada por “Guerra ao
Terror, ” – um tema bem americano, o que não
diminui o brilho de Bigelow, que figura como a primeira mulher na
História a levar o prêmio de Melhor Direção
na Cerimônia do Oscar. E isso tudo, um dia antes do dia
internacional da mulher...
Oscar é assim mesmo, sempre uma caixinha de surpresas.
Esperemos a do ano que vem, né?
A entrega do Oscar ontem foi cheia de vestidos lindos e cheia de
vestidos medonhos, mas um look em particular me deixou olhando para a
televisão mais ou menos assim:
Você consegue adivinhar qual vestido horrendo deixou esse cara
tão perplexo quanto eu? Dica: foi feito de vários
tapetinhos de banheiro emendados.
Vinte e seis artistas do mundo todo fizeram uma ode ao alfabeto com a
série de tipologia Fan Letter, criado pelo escritório de
design Alex Merto, de Nova York.
O B, de Burn, por exemplo, são dois seios de lado, enquanto o
G está todo molhadinho, nem aí pra polêmica
científica. O J usa camisinha, e o E parece precisar de um
Viagra. O K curte amarrações e bondage, o M é
mulher Cláudia Ohana, e o P leva o trend pro universo
masculino. O Y tá na mão, e o V, quando ligado na
eletricidade, pode ajudar.
Coloquei o alfabeto todo, abaixo, pra vocês escreverem o que
der na telha. Pode escrever até sacanagem.
Hoje em dia parece que o que está na moda, mesmo, são
os revivals. Bandas que já foram, resolvem do nada (leia-se
falta de grana ou do que fazer), retornar da tumba. Foi assim, com The
Police, Guns N' Roses (que embora nunca tenha assumidamente dito que
se separou, voltou às prateleiras depois de 17 anos), Led
Zeppelin, The Doors e Alice In Chains - estes três
últimos um verdadeiro sacrilégio, na modesta
opinião da blogueira, já que Jim Morrison, vocalista do
Doors; Layne Staley, vocalista do Alice... e John Bonham, considerado
o maior baterista do rock de todos os tempos, estão mortos e
são tão icônicos que não deveriam tentar
substituí-los. Devaneios à parte, voltemos as vacas frias.
Eis que em meio a carreiras e músicas requentadas, Courtney
Love após retorno do Hole em show recente com
formação completamente reformulada, lançou no dia
04/03, o primeiro single, "Skinny Little Bitch" de seu
futuro álbum, Nobody's Daughter, com data de
lançamento prevista para o dia 26 deste mesmo mês.
O Hole, na década de 90, foi um verdadeirro frisson entre
multidões de alternativos, digamos assim. Que, divididos entre
os prós e os contra, viram a banda chegar ao seu ápice e
depois minguar para o esquecimento.
A música em questão, também dividiu
opiniões, há quem tenha se identificado com a letra,
como esclarece Lindsay Lohan no blog Perez Hilton: "Adorei!
Não esperava que fosse ser tão boa (a
música)." Já, outros acham que a música
é muito 90's.
Na internet, a expectativa dos fãs vão sendo saciadas
pouco a pouco. Com vazamentos intencionais - verdadeiras jogadas de
marketing online, ou pelo "rip" e pela benevolente pirataria
que enfurece artista, é bem antes de datas oficiais que tomamos
conhecimento de lançamentos. Agora em fevereiro e março
duas faixas do novo disco da banda Goldfrapp vazaram, antecipado este quinto trabalho
que adquire ares divertidos, quase infantis, embalados pelo synth pop oitentista.
Primeiro foi "Rocket", primeiro single que vazou, já
ganhou até clipe (assista abaixo), e agora alegra clubbers
menos adocicados com remixes para as pistas. Richard X,
produtor das antigas da Inglaterra, fez uma versão supimpa,
melhor que a original, que ganhou até o disputado selo
"best new music" do selo Pitchfork Media. E tem o remix do Tiësto
também, ele que sempre desperta ódio ou paixão.
A segunda faixa comprova como Goldfrapp, que já brincou de
cabaré, passou pelo electro underground e namorou o folk, agora
está feliz, jogando serpentina pro ar com sintetizadores.
"Believer" é menos infantilóide que
"Rocket', remete a niponismos góticos dos anos 80, coisas
como Depeche e Human League, e têm uns "yeah yeah
yeahs" que vão grudar na cabeça.